Hoje é Dia: Voz do Brasil e direitos das mulheres negras são destaques

Rilton Pimentel – Repórter da Agência Brasil Publicado em 20/07/2025 - 07:00 Brasília
Esta semana também destaca a luta feminista. O Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana, Afro-Caribenha e da Diáspora é celebrado em 25 de julho. A data foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, na República Dominicana. A efeméride tem como objetivo lembrar a luta e a resistência das mulheres contra o racismo, o machismo, a violência, a discriminação e o preconceito dos quais ainda são vítimas. Todos os anos a data ganha bastante visibilidade nos veículos da EBC, como nesta reportagem da Radioagência Nacional, e nesta da Agência Gov. O Espaço Arte, da Rádio Nacional, celebrou os 30 anos da efeméride em 2024, entrevistando Viviane Ferreira, diretora do documentário “Afrolatinas”. No mesmo ano, o programa Sem Censura, da TV Brasil, dedicou uma especial, com várias convidadas especiais. Começamos esta edição destacando o programa de rádio mais antigo do hemisfério sul ainda em difusão. Recorde atestado pelo Guiness Book. Esta semana A Voz do Brasil, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), completa 90 anos. O noticiário foi criado em 22 de julho de 1935 e inicialmente se chamava Programa Nacional, na voz do locutor carioca Luiz Jatobá. Em 1938 passou a se chamar A Hora do Brasil e teve sua transmissão obrigatória das 19h às 20h. Já em 1962 adotou o nome atual de A Voz do Brasil. A famosa frase "Em Brasília, 19 horas", seguida por uma versão de trecho da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes, faz parte da rotina de milhões de brasileiros e brasileiras. Ao longo dos anos, o programa se manteve relevante pela transparência, prestação de contas e por levar informações sobre programas e acesso a serviços públicos para a população, como destaca esta reportagem da Agência Gov. Já a Agência Brasil, o Canal Gov e a Radioagência Nacional falaram um pouco sobre as pessoas que ajudaram a fazer A Voz do Brasil nessas nove décadas. E os bastidores do programa foram apresentados no programa No ar, também da TV Brasil. O Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana, Afro-Caribenha e da Diáspora é celebrado durante todo o mês de julho pelo Festival Latinidades, considerado o maior festival de mulheres negras da América Latina. No ano passado, a EBC apoiou a iniciativa e a Agência Brasil fez uma série de reportagens sobre os temas do festival, material que pode ser conferido aqui. Ainda valorizando as mulheres afrodescendentes, 25 de julho também é o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza viveu no século 18 e foi casada com José Piolho, que chefiava o Quilombo do Piolho até ser assassinado por soldados. Também conhecido como Quilombo do Quariterê, o local era o maior refúgio de negros escravizados em Mato Grosso e ficava na fronteira com a Bolívia. Com a morte de José Piolho, Tereza se tornou a líder do quilombo, que sob sua liderança resistiu à escravidão por duas décadas. Sua história foi contada nesta reportagem da Radioagência Nacional, de 2014, e nesta do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, de 2015. A emissora também aproveitou a data para falar sobre os desafios enfrentados pelas mulheres negras, nesta edição do Repórter Brasil de 2017. Amigos e família Esta semana também traz datas que celebram as relações humanas. A primeira da qual vamos falar é o Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho. Uma efeméride que teve uma origem curiosa, já que a data foi criada pelo professor de psicologia e filósofo argentino Enrique Ernesto Febbraro, inspirado na chegada do homem à lua. Esta história foi contada nesta edição do Repórter Brasil, da TV Brasil, veiculada em 2015. É uma oportunidade para celebrar a importância das relações de amizade, que são fundamentais para a boa saúde mental, como destacou esta reportagem da Agência Brasil e esta edição do Tarde Nacional, da Rádio Nacional, ambos de 2024. No auge da pandemia de covid-19, quando a doença impunha o distanciamento ou mesmo o isolamento, a amizade também ajudou as pessoas a enfrentar as dificuldades, como mostra esta reportagem do Repórter DF, também da TV Brasil.
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